2 de abril de 2013

Deixe que digam, que pensem, que falem...

O título desse post, já mudou de nome várias vezes...mas o campeão era (e seria bem piegas), A História desse Amor. Mas, ao tentar resumir em poucas palavras (e quem me conhece, e conhece meus parênteses, haha, sabe que isso é quase impossível) como foi ir a um show do Twister após 11 anos, foi isso que me veio à cabeça...era assim antes e sempre será. Quem nunca tirou sarro de fã de Twister que atire a primeira pedra. Nem eu posso! huahauhaua.

Eu sempre levei de boa e, pra quem não sabe, vou dizer porquê: Não foi o som, nem foi a beleza. Eu adoro as músicas e os acho lindos? OPA! Mas a ordem dos fatores faz toda a diferença nessa história. Eu vinha de uma fase que chamo de "meu ano negro" (que muitos já ouviram falar) e o resultado é que eu era uma pessoa que perdeu o brilho, sem vontade de viver. E foi neles, mais especificamente no Leo, que me apeguei sem nem perceber e, naturalmente, saí do fundo do poço.

Foram centenas de emails (será que chegamos na casa dos mil, Leo? haha) nos quais eu falava tudo sobre nada. Desabafava meeeeesmo e é claro que, apesar de sempre ter aquela pontinha de esperança de que eles estivessem sendo lidos, se eu realmente acreditasse nisso, não teria escrito todas as insanidades que provavelmente escrevi. O Leo foi meu amigo imaginário e, um belo dia, recebi uma resposta. Por um bom tempo achei que fosse algum assessor respondendo de dó (ô dó, vc não podia ser crente e ser feliz? rs). Conhecendo-o melhor hoje, me sinto segura em dizer que sim, foram palavras dele.

Nesse meio tempo, fiz amigas que carrego com carinho até hoje. Fiz amiga que nem era fã (né, Karen). Fiz amiga fora do auge (dona de palavras que sempre me põe a pensar). Algumas com menos contato, mas não menos importantes. Foi com elas que dividi minhas alegrias, euforias e essa vida difícil que é a vida de fã (ri não que é verdade.haha). Porque só elas sabiam da importância de letrinhas num pedaço de papel, mesmo que entregues pelo correio; de ligações de celular a caminho dos shows; porque só uma Fã com letra maiúscula sabe ser solidária com quem mora longe...e, amigas, eu nunca esquecerei das alegrias que me proporcionaram!!

Com o tempo, o inimaginável aconteceu: o amigo imaginário virou um amigo de verdade. Posso desejar presente melhor do que esse? Agora não preciso mais de muleta, mas serei sempre grata e quero que saiba o quanto fez diferença na minha vida...e é por isso que "deixo que digam, que pensem, que falem..."

Tenho muitas fotos, mas o post de hoje é pra banda, e em especial, Leozito. Que receba sempre em dobro o carinho (e a paciência. haha) que tem pelas pessoas.


Essa eu devo pra Solange, que cuidava do Fã-clube e pegou todos os autógrafos pra mim. 15/03/2002, de quando eu prestava vestibular pra Medicina, mas passava o dia desenhando. Quando resolvi fazer Desenho Industrial, bizarramente, parei de desenhar.



Show/Churrasco para fãs em Itapecerica da Serra, primeiro encontro. Fabuloso. Câmera analógica, 3 filmes de 36...praticamente dá pra montar um stop motion. hahaha. 2002.

Blood, em 2004. Show da banda Deex.

Don Corleone, 2006. Mais próximo, mas mais esquecida. huahauahau.. acho que a banda não tinha nome, era só o Leo e banda.rs

E o resto dos anos? Ah, essas foram as que eu encontrei online. hahaha. Preguiça! Sai desse corpo que não te pertence!rs

Beijos,
Betty.

2 comentários:

Jessie Miranda disse...

Sabias palavras, BettyFlor!
Chorei e, depois de 11 anos, valeu a pena esperar!
Ah! Os seus desenhos....
!!!!
Bjo

Juliana Sanches Vieira disse...

aahhhhhh que saudades docê!!!!
faltou foto nossa aqui!!!! ahuahahauha