28 de maio de 2011

Em Busca da Felicidade

Essa semana o Castro levou uma revista na agência (nunca lembro se é Veja, Época ou Isto É), cujo tema da capa era "O Mito sobre a Felicidade", ou algo bem parecido. No resumo da ópera, descobriram que todo mundo está correndo de forma errada atrás da felicidade e que essa busca, acaba gerando angústia, frustração e, consequentemente, o oposto: tristeza.

Mostrava o caminho correto também: nada de dinheiro, família, amor, realização profissional. O "novo" segredo da felicidade é aceitar-se como você é.

Mas, é só pra mim, ou pra você isso também é óbvio? Não desmerecendo quem fez a reportagem, nem o autor do livro que gerou essa reportagem....mas é por essas e outras que ainda sonho em escrever um livro de auto-ajuda contra os livros de auto-ajuda (apesar de toda a contradição possível. haha). Do tipo, "no fundo, você sabe todas as respostas, passe a usá-las e todos os seus problemas serão resolvidos!" hauhauahuahua. Bem sábio,né.

Ainda essa semana, só porque pensei em postar sobre isso e havia desistido por preguiça, tive uma overdose do filme "The Pursuit of Happyness", aquele com o Will Smith. Muito legal, e mais ainda por ser baseado em fatos verídicos. Está passando em vários canais desde ontem.

Mas a minha pergunta maior é: Quem é que corre atrás da felicidade? Você corre? Mesmo? Porque eu parei pra pensar e eu não corro atrás da felicidade. Eu me considero (no estado normal) feliz e ocasionalmente triste (com exceção dos meus períodos de fossa e isolamento social, onde o inverso acontece. rs)

Eu corro atrás de objetivos (meio dispersos, ok, confesso) e ao atingí-los, obviamente, me sinto feliz, mas não corri PRA me sentir mais feliz. Faz sentido?

Responde aí, que fiquei curiosa. Até agora, ninguém respondeu que sim.

Beijos!

4 comentários:

Anônimo disse...

Faz sentido, Bephs. Simplesmente porque o estado latente de felicidade não existe. Mas sim, coisas/objetivos que nos fazem felizes assim que os alcançamos e aí vamos arranjando mais e mais objetivos para que possamos ter esse sentimento de SUPER felicidade.

Além disso, felicidade está nas pequenas coisas: é conseguir tomar seu café de manhã, comer o bolo que vc quer, ir jantar no lugar que vc quer com seus amigos... enfim, é tudo isso junto que faz a gente, no final das contas, dar o veredicto: "sou feliz. Mas quero mais isso para ser ainda mais." Pelo menos, é o que eu acho. rs

Bjos, betty! E aí? vai vir pro meu casório? hahahah

Renata

Anônimo disse...

Depois de ler ia logo responder, maaas, achei melhor pensar antes.
Passei o dia pensativa, e acho q a conclusao foi boa.
Eu nao corro atras da felicidade, eu sou feliz. Concordo com a Renata, felicidade esta nas pequenas coisas, e na realização dos objetivos.
Foi ótimo ler o seu post e pensar sobre o tema!
Bjs
Nadia

Kalu disse...

Ai Betty! O conceito de felicidade é individual, pra cada um tem um valor. Eu leio esses livros de auto ajuda, mas acho que leio pra passar raiva, rs porque a teoria é maravilhosa e não envolve pessoas ou sentimentos.
O meu conceito de felicidade é um, pra você é outro e para o moço da padaria pode ser outro completamente diferente. Mesmo que a gente discorde loucamente com o que o outro pensa ou quer da felicidade.

Eu, particularmente penso que a felicidade é a linha do horizonte, existe, mas você nunca chega até ela.
E se a felicidade for um momento? E se for aquele café que vc preparou para ficar na varanda vendo a rua ou ir ao cinema? Ninguém é feliz constantemente, nem o moço que escreve os livros de auto ajuda, rs

Mr. D disse...

Lembro até hj q uma vez vc me falou que eu sei todos os meus defeitos, são não consigo mudar.

A vida é realmente uma sussessão de objetivos atingidos que confundimos com felicidade. O conceito na verdade é tão confuso que talvez seja por isso que todo mundo parece que esta "atrás" da filha da mãe. E, na real, é muito difícil aceitar-se do jeito que você é pq a sociedade passa 100% do tempo te dizendo através de inúmeros canais que você não faz parte do grupo, seja do ponto de vista visual, sexual, ou qualquer outro. Talvez essa seja a maior batalha do ser humano, se aceitar. porque mesmo os que falam que se aceitam 100% estão mentindo.Me perdi no pensamento, mas enfim, acho que a busca talvez seja mais importante do que a conquista. bjos, saudade.