9 de abril de 2006

Quando foi que eu cai do trem?


Não estou sem chão. Aliás, nunca estive mais com chão. Tenho chão e estou de pé. Pés firmes.

Mas sinto como se tivesse caído do trem. Aqueles trilhos não são mais os meus. Se os próximos serão melhores ou piores? Não sei. Vc saberia? Talvez. Eu realmente não sei.

Só sei que, de repente [minto...nada é de repente...só foi reparado de repente...são coisinhas que, acumuladas, viram coisonas], algumas coisas, pensamentos e, principalmente, atitudes parecem peças de um quebra-cabeças defeituoso, que estão sobrando.

Não to nada satisfeita com algumas coisas. Infelizmente, se são coisas que dizem respeito aos outros, eu não falo. Eu penso sim, que não sou melhor que ninguém pra ficar dando de dedo e dizendo...escuta, isso não tá certo, aquilo foi errado. E que as pessoas têm que perceber sozinhas ou não vão mudar. Pensar que é errado, eu me permito. Falar não. Sei que guardar não é a solução, mas assim sou eu.

Que vontade de bater a cabeça na parede.

Sim, o blog é público.
Sim, vc tem o direito de se preocupar.
e sim, eu tenho o direito de me calar.

3 comentários:

Anônimo disse...

Oh, Betty!!
Se for comigo, pode falar que eu aguento!!! Eu sou ruim mesmo.....


Bjos, menina!!!

Ranata

Kalu disse...

e que saudades eu estava desse blog...

Julia disse...

Nao bata com a cabeça nao que vai machucar.
Melhoras para vc!